Apenas 50% de aproveitamento nos pontos disputados em casa e um empate, que quase se transformou em derrota no Castelão. O 1 a 1 no placar, pode ser encarado como uma vitória do Moto diante do ASA, principalmente pela queda da equipe no segundo tempo, incapaz de marcar os homens de ataque do time alagoano.

O primeiro ato do jogo veio logo aos oito minutos com Victor acertando um belo voleio e abrindo o placar para o Moto. Parecia que o Rubro-Negro amassaria o ASA no Castelão. Ficou apenas no parecia.

Atacando apenas pelas laterais do campo, já que Válber tinha suas tentativas de avanço pelo centro negadas por Mazinho e Juninho, o Rubro-Negro não conseguia mais assustar os alagoanos. Alex Henrique não tinha a intensidade de Raí, que atuando como lateral, não podia se arriscar tanto no ataque.

O ASA, na primeira etapa, tinha nos chutões a principal arma para tentar explorar a defesa alta do Moto. Além disso, apostava nas faltas e cobranças de escanteio, mas a primeira etapa terimou com a vitória parcial do Rubro-Negro.

No segundo tempo, Jhulliam mudou o panorama no ASA. Ao lado de Kível no ataque abriu os espaços necessários para os alagoanos. Até que a bola sobrou para Kível encher o pé e acertar o ângulo de Márcio.

Após o empate o jogo voltou a ser marcado pelas várias faltas no meio-campo. Quando os times voltaram a ter espaços, o ASA estava melhor. A defesa alta do Moto era a chave para isso. Nos contragolpes, Jhulliam e Kível tiveram duas grandes chances, mas o primeiro mandou por cima do gol e o segundo parou em Márcio Arantes.

Kível por sinal finalizou quatro vezes com perigo, considerando o lance do gol. Com liberdade total na etapa final, foi a maior ameça ao Rubro-Negro.

O empate diante do pior ataque da Série C, deixa o Moto como primeiro time acima da zona de rebaixamento. O atual aproveitamento de 33,3% dos pontos conquistados em casa terá que melhorar consideravelmente para o time seguir entre as 60 melhores equipes do Brasil em 2018.

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